/div>terça-feira, 21 de julho de 2009
Fotografando
/div>terça-feira, 11 de novembro de 2008
A fome
Definição de Fome
do Lat. fame
s. f.,
necessidade ou grande apetite de comer;
urgência de tomar alimento;
falta, escassez de alimentos;
miséria, indigência extrema;
fig.,
sofreguidão, avidez, ânsia ardente de.
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Os movimentos de vai e vem eram tão fortes que balançavam o dossel da cama de estrutura metálica. Péin, péin, irc, irc, ban, ban... um mundo onomatopéico de rangidos e batidas pareciam sacudir o quarto que estava abafado e úmido.
- Goza, vai, goza!! - dizia ele entre dentes. Gotas de suor escorriam em sua testa.
Ela já cansada, procurava dentro de si alguma ponta de gozo que pudesse expelir para que ele ficasse satisfeito, e claro, ela também. Mas nada. Fez força para buscar o mais profundamente possível, o gozo com a força do pensamento. Fechou os olhos e se imaginava gozando, molhada, inchada, liberta. Mas nada. Cogitou fingir: - para quê? Não compensa.
Eles já tinham tentado umas três posições e agora ela estava com as pernas por cima dos ombros dele, recebendo fortes estocadas e longe de gozar. "O que está acontecendo", pensava intrigada.

Quando se encontraram no aeroporto se comeram em beijos, daqueles que deixa a boca vermelha. No carro, entre amassos, braguilhas abertas e sexos pulsantes, dirigiram perigosamente até a entrada da garagem de casa. Quase se rasgaram em fúria no jardim, sem se preocupar se tinham vizinhos por perto. A espera por este encontro foi ansiada e feita em contagem regressiva. Queriam demais um ao outro. O tesão exalava pelos poros. Tudo garantia uma noite perfeita, mas naquele momento, pairava no ar uma frustração. Não conseguiam gozar.
Deitaram lado a lado ofegantes e insaciados.
- Dizem que no sexo tântrico, o importante é o meio e não o fim, que o orgasmo é como a morte do sexo, ou algo assim.... - ela tentava dar explicações, mas o olhar dele de canto de olho, como quem não acredita no que se ouve, foi o suficiente para ela se calar. Dane-se o sexo tântrico, eles queriam gozar!
O clima murchou... ele foi tomar um banho, ela foi à cozinha beber água. Na geladeira achou alguns apettizers e preparou uma bandeja com pães patês, frutas. Levou para o quarto e ligou a TV. Comeram, assistiram TV e dormiram.
No meio da noite, roçaram as pernas em meio as cobertas. Preguiçosamente, tatearam-se com os dedos um ao outro. Ele a puxou por cima de seu quadril e só de sentir sua pele, foi suficiente para enrijecer-se.
Ela ainda cochilava, quando ele procurou com os dedos o grelo dela. Brincava com o indicador na porta de sua buceta. Enfiava suavemente a ponta do dedo médio e o escorregava até o grelo e massageava bem devagar, repetiu isso várias vezes até sentir ela comprimindo com força o dedo dele com sua buceta que já estava úmida e pronta para ele.
Ainda sonolenta, encaixou-se no membro dele que escorregou profundamente em sua buceta e com os corpos bem juntos, recomeçaram o vai e vem, mas dessa vez, bem devagar. Conseguiam sentir cada milímetro de pele um do outro, cada espasmos de prazer. O ritmo foi acelerando, o desejo acendendo e uma onda de energia crescendo... Péin, péin, irc, irc, ban, ban, aah, aahh, aahhh, aaahhh...e o gozo veio em conjunto, enfim, saciando toda a fome de saudade.
Foto "O Beijo" de Felipe Nuggeti
Reconstrução
Fomos tomar uma chuveirada demorada, daquelas que lava a alma, relaxa e prepara para a próxima.
Voltamos já.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Diesel SFW XXX Safe For Work?
Para quem não conseguiu ver, aqui vai novamente!
Me parece que o You Tube está tirando do ar este video. Abaixo a censura!!!!
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Mais selinhos
Obrigado todos os blogs amigos e adimiradores, em especial:
Casalqueseama (Degustação Íntima);
Confissões de Afrodite; e
Desire
pelos presentinhos .
Acreditem, o carinho é mútuo.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Tentação Por Um Fio
Leia a primeira parte em Pele Nua.
Alberto estava evitando ligar para Carla, a depiladora. Seus pêlos já estavam crescendo novamente e sua esposa, toda assanhada, perguntava se ele não iria depilar novamente.
Na última vez que esteve lá depilando porfim suas pernas, pediu informações quanto a depilação definitiva e Carla, a depiladora, tinha sido muito convincente em suas repostas. Quando ela perguntou se ele gostaria de ver o resultado de uma depilação, ele não imaginava que ela seria tão espontânea, pois sem pensar muito, ela baixou as calças e mostrou sua vulva totalmente depilada e não ficou só nisso, ainda virou de costas para que ele admirasse o trabalho completo! Foi assim como quem mostra a vista da janela da sala. A visão maravilhosa foi também rápida e desconcertante, um "twilight zone". Mesmo com toda postura que procuravam manter como profissional e cliente, já haviam ultrapassado a linha tênue que os separavam. Tudo ficou confuso.
Os pêlos da virilha pinicavam. Ele passava a mão nas bolas e se sentia incomodado. A insistência da esposa o fez telefonar para Carla que não conseguiu disfarçar a surpresa da ligação dele; de certa forma, ela pensava que tinha perdido o cliente depois de expor-se. Marcaram algumas seções, pois o tratamento era um pouco demorado.
No encontro, foram cordiais, tentando resgatar seus lugares entre a linha profissional. Carla foi simpática, conversaram amenidades, ele disse que ficou muito feliz em satisfazer sua esposa e que achava mais 'prático' fazer a depilação definitiva. Como não era um homem de muitos pêlos, cinco seções seriam suficientes. Ele mostrou desenvoltura tirando a roupa e deitando na maca. Carla gostou da falta de cerimônia dele, isso demonstrava que ele se sentia à vontade com ela.
Assim como na primeira vez, o membro de Alberto insistia em ficar duro, mas Carla procurava não dar muita atenção a isto, continuava depilando e conversando, mas sem deixar de admirar secretamente o pênis de Alberto que ela achava perfeito. Seu desejo por ele era compartilhado somente com seu homem em casa, com quem tinha um relacionamento aberto:
- Sabe aquele cliente que depilou o corpo todo? Aquele que eu disse que era atraente?!
- Sei...
- Ele voltou para fazer a depilação definitiva.
- E... ?!
- E...nada, só estou comentando.
- E...ainda se sente atraída por ele?
Pensou em dissimular, mas não podia, ele a conhecia demais, não iria se prestar ao papel ridículo de mentir ou fingir para seu homem:
- Ah...sim, claro, ele ainda me atrai.
- Então o convida para um encontro aqui em casa, quero conhecê-lo também.
- Não dá, eu já disse. E ele é sério, bem casado, não iria entender um convite desses. Vamos ficar somente na relação profissional mesmo - disse ela com firmeza na voz, mas uma dúvida tremenda no peito. Na verdade, temia que fosse somente uma relação profissional. A sensação de não ver mais Alberto, lhe doía. Olhou novamente para o seu homem que assistia TV e se sentiu mal por aquele sentimento confuso. Melhor não pensar nisso.
Na última seção de Alberto, tudo corria como sempre. Conversavam e ela depilava. Para dar os últimos retoques, Carla segurou o pênis de Alberto e o levantou para retirar mais um pêlo ou outro e sentiu o membro dele crescer em suas mãos, mas nem por isso o largou. Alberto fechou os olhos e tentava forçar o pensamento em qualquer outra coisa, mas a imagem de Carla despindo e mostrando a vulva depilada não lhe abandonava. Ele levantou a cabeça, apoiou-se nos cotovelos e olhou tão profundamente nos olhos dela que parecia poder ler seus pensamentos, já tão em evidência. Não havia mais o que disfarçar, ambos queriam a mesma coisa.
Carla apertava firmemente o pau de Alberto que pulsava. Durante uma intensa e silenciosa troca de olhares, ela começou a masturbá-lo. Alberto quebra o silêncio e enquanto ela o massageia, ele diz que o tesão que sente por ela é transcendente, que não consegue parar de sonhar que está lambendo xana dela, mas que ele é casado e que tudo aquilo começou porque ele ama demais a mulher dele. Carla sem largar o pênis de Alberto, concorda com o que ele diz, assentido com a cabeça e diz que também sente muito tesão por ele, mas que tem um homem maravilhosos em casa que satisfaz todos seus desejos e que não seria justo traí-lo...e sem mesmo terminar seu discurso, lambe o pênis de Alberto no mesmo ímpeto que a tomou quando baixou as calças para mostrar sua vulva. Talvez por tanto ter reprimido seu desejo, a vontade de tê-lo a dominou por completo. Não pensava mais no que fazia, queria saciar-se e só.Carla abriu a boca úmida e quente e enfiou o pau de Alberto até onde pôde. Tirava-o e colocava novamente na boca com uma voracidade sem igual. Sua boca sentia o sabor dele a textura de sua pele o volume e sua pulsação.
No segundo seguinte, Alberto agora com atitude irreconhecível, se entregou ao desejo. Puxou Carla para cima da maca onde estava deitado, puxou sua calcinha para o lado, quase que a rasgando, e fez Carla sentar-se em sua boca e saciou seu apetite em cada dobra da xana lisa e macia de Carla. Passou a ponta da língua retesada por entre os pequenos lábios até encontrar o grelo inchado dela. Ele sentia na ponta da sua língua o estremecer que o toque dele causava nela. Queria fazê-la gozar na sua boca, Mas Carla não. Ela desceu o corpo em direção ao pau de Alberto. Olhou por entre as pernas e avistou o lindo e lustroso membro que tanto ansiava. Encaixou com cuidado a glande e foi descendo devagar para que pudesse sentir cada pedaço de pele. Ela o montou com vontade e prazer intensos – é ainda mais gostoso do que imaginava – pensava em voz alta, o que deixou Alberto quase dolorido de tesão. Trocavam de ritmos, ora devagar, ora rápido, ora com força, ora de leve, tudo para se provarem por completo. O gozo foi conseqüência, pois tudo foi intenso e bom.
Por fim, olharam-se mais uma vez e leram nos olhos um do outro que a história deles havia acabado ali. Vestiram-se em meio a tantos pensamentos. Despediram-se cordialmente:
- Obrigado. Por tudo. – disse ele.
- Eu que agradeço.
- Sem ressentimentos...?!
- Claro que não, meu lema é aproveitar a vida!
Com essa resposta, Alberto sorriu, beijo-lhe o rosto e foi embora em paz consigo.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Selos
O último conto deu o que falar e ganhei presentes lindos!
Primeiro é o selo do Prêmio Dardos presenteado pelo casal do Entre Todas as Paredes.

E o segundo é o selo Esse Blog é Quente do Casalqseama do Degustação Íntima.
Aos blogos amigos, queridos e tão inspiradores, obrigado!
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Mesa Redonda
Marcaram com outros casais de amigos um encontro num restaurante novo:
- É um bar e restaurante lounge, mas depois da meia noite vira uma boate, entende?! - disse a amiga no convite.

A decoração do lugar era uma mistura inusitada de um clássico restaurante vienense com um bordel parisiense e toques high tech. Telas de LCD contrastavam com enormes lustres e espelhos de cristal. Poltronas de couro, outras de treliças, rodeavam mesas bem postas que se espalhavam pelos ambientes do local com taças de vinhos, porcelana branca e talheres grandes (adoro talheres grandes!). Os televisores quebravam a iluminação parca, favorecendo pontos de destaque. Garçons e garçonetes de linda aparência, estavam finamente vestidos de camisa branca, gravata borboleta e um avental branco que lhes descia até os tornozelos.

Foram recebidos com sorrisos e levados até uma mesa grande e redonda, dessas com uma poltrona inteiriça em formato de meia lua. Os garçons puxaram a grande mesa forrada com uma longa toalha e os três casais sentaram bem juntos, meio apertados, mas confortáveis naquela enorme poltrona capitoné de veludo carmim.
Embalados pela música lounge, cada casal sumiu atrás de cardápios que ofereciam comidas com misturas inesperadas: Salmão grelhado com pimenta e molho de pêra, medalhão com crosta de gergelim e legumes perfumados com hortelã, codorna assada com salada de romã... Pediram frisante para brindar a noite.
Enquanto tilintavam suas taças, o salão foi gradativamente enchendo de pessoas, aquele tipo de gente que mostra que o lugar é da moda. Jovens, bonitos, charmosos, descontraídos, modernos.
A conversa na mesa era animada. Já se conheciam e colocavam o papo em dia. A certo momento, aproveitando-se da agitação e da pouca iluminação do lugar, MaridoM, colocou a mão sobre a perna de EsposaE e foi lhe levantando o vestido discretamente, até poder tocar suas coxas. EsposaE que já conhece bem o seu par e sabe agradá-lo, prontamente entreabriu as pernas deixando a mão dele tatear seu corpo por debaixo da mesa. MaridoM continuava a conversa como se nada estivesse acontecendo e foi escorregando os dedos até a xana de sua EsposaE que não usava calcinha, como se já tivesse planejado aquilo. Mas não, EsposaE não havia planejado nada, ela apenas estava sempre pronta para servir aos anseios de seu marido. Sentindo os dedos do MaridoM afastando seus grandes lábios, EsposaE fechou os olhos por alguns instantes e viajou nas tantas lembranças de gozos intensos que seu MaridoM já lhe proporcionou. Podia enumerar, mas sempre deixaria uma experiência em especial ficar de fora. Adorava quando ele lhe expunha, quando corriam riscos e poderiam ser flagrados como naquele momento. Agradecia a si mesma por estar sempre pronta para seu mestre que sabia tirar dela os arrepios mais profundos. MaridoM penetrou fundo seu dedo médio, lambuzando-o e depois massageou o grelo já inchado de EsposaE que tentava disfarçar os choques de prazer que o toque dele lhe causava. terça-feira, 8 de julho de 2008
Passeio de uma língua lasciva

Fujo de tua boca e desço pelo seu queixo, pescoço, auréola. Contorno delicadamente sua orelha e sigo para tua nuca penteando de leve os cabelos que exalam um perfume de baunilha. Acompanho o ondular de tua espinha até seu cóccix e percebo que tua pele arrepiou. Subo para tuas costelas, axilas, fazendo cócegas, tirando boas gargalhadas tuas. Paro em teu mamilo que endurece de ansiedade. Sorvo com vontade seu bico endurecido, depois o outro. Perco-me em saber qual mais saboroso e desço para teu umbigo que se contorce ao carinho. Escorrego para o teu sexo teso e suplicante que recebe toda minha suave dedicação. Toco com a ponta, sinto-te tremer de excitação. Envolvo-te por inteiro, deixando escorrer pingos salivantes ao redor. Volto ao encontro de tua boca onde danço e descanso enfim.
