terça-feira, 21 de julho de 2009

Fotografando

"Que raios estou fazendo aqui?! Como fui me meter nessa?!"- perguntava-se Jane. Vestia uma bota de cano longo que chegavam às suas coxas, uma máscara de zorro e um chicote ao estilo sadomasô. Junto com ela no improvisado camarim,estavam outras meninas como ela, vestidas , ou melhor, despidas, prontas para serem fotografadas para uma nova revista erótica. Não queroa conversar com ninguém, então não puxou papo com as "colegas". Aguardava ser chamada pelo fotógrafo que naquele momento, dava os últimos toques na luz e no cenário precário que tinha uns panos, uma poltrona de couro e uma mesinha com um abajour, charutos e uma garrafa de bebida.
Jane precisava do dinheiro. Sua carreira de modelo não estava lhe rendendo quase nada e ela precisava pagar as contas. Prometeram que com a máscara ninguém a rconheceria e ela queria acreditar nisso.
- Menina, está pronta?
Era com ela.
- Sim estou. - Levantou trêmula, com frio e nervosa. Parou no cenário e fez as poses que costumava fazer como modelo. Caras, bocas, jogadas de cabelo, posando com chicotinho e pensando no vazio.
- Que é isso?! Aqui não é a Vogue, garota! - ironizou o fotógrafo - Mas que merda!! Me mandaram outra franga!!! - gritou para os assitentes em volta.
- Cara, ela é gostosa, só nunca fez pornô. A gata tem classe, repara. - disse um dos assitentes ofuscados pela luz.
O fotógrafo cedeu.
- Olha, você tem um corpo lindo que está acostumado a mostrar roupa. Vou te ensinar a mostrar o que você tem de verdade aí. Faz o seguinte, tá vendo aquela poltrona alí ?! Então vira de costas para a câmera, apóia as mãos na poltrona e inclina o corpo para baixo. Sem dobrar as pernas. Empina a bunda.
Jane sentiu as pernas alongando e o ventinho do arcondicionado no seu traseiro.
- Isso, agora abre as pernas.
Abriu ligeiramente as pernas e ouviu diversos cliques da máquina.
- Beleza, que bunda linda que você tem gata. Agora inclina mais o corpo, estiva as pernas.
Jane apoiou as mãos no assento da poltrona e percebeu que sua boceta estava á vista. Fecou os olhos e pensou no vazio...
- Isso, gata. - mais clics da máquina - agora abre mais as pernas e abre a buceta para câmera.
"Abre a boceta para câmera, que merda é essa?!"pensou,mas abriu mais as pernas para a câmera e todos ou outros alí verem a boceta dela.
- Gata, abre a boceta.
Abriu as pernas até onde aquela posição permitia.
- Porra, gata, eu pedi para abrir a boceta e não as pernas.
Jane ficou nervosa. Não entendia o que o fotógrafo queria dizer, estava alí totalmente exposta querendo sumir. Foi quando ouviu uma voz feminina dizer:
- Calma chefe, eu a ajudo relaxar.
- Nani!! Maravilha, solta essa franguinha, por favor.
Jane viu uma moça que estava entre as modelos entrar no cenário. Era baixinha, tinha a pele bem queimada de sol, com fortes marcas de biquini expostas. Cabelos castanhos, ondulados, compridos, e olhos castanhos claros. Sorriu com dentes bem brancos:
- Oi, eu sou a Nani e já estou acostumada à estas fotos. Vou te ajudar a relaxar.
- Oi Nani, eu sou a Jane - riram - eu não estou entendendo o que ele quer que eu faça.
- Calma Jane, não esquenta. Ele quer que você mostre seu corpo de forma sensual. Você é linda! Olha só sua bunda redondinha, suas pernas são super compridas...
Conforme Nani ia falando, alisava delicadamente as partes do corpo da Jane que arrepiou ao toque, e tentou se esquivar.
- Jane, deixa eu te fazer sentir o que eu estou dizendo, o quanto você é bonita. Volta para a posição, coloca as mãos na poltrona, inclina o bumbum. Fica tranquila, estou acostumada com isso, vou te explicar como é, vou te fazer relaxar.
Tentando pegar mais confiança na situação, Jane obedeceu. Inclinou o corpo para frente, abriu ligeiramente as pernas e empinou a bunda.
Nani alisava as pernas e coxas de Jane: - Como suas pernas são lindas e enormes e sua bunda, tão durinha... abre mais um pouquinho.
Jane abriu as pernas mais um pouco no ponto que o fotógrafo queria.
- Que boceta linda, Jane, inchadinha e cor de rosa. - Nani massageava as nádegas de Jane que se sentia estranha, meio nervosa, meio excitada.
- Jane sua bocetinha é tão fechadinha, vou abrí-la um pouquinho. - sem dar chance de Jane pensar, Nani lambeu dois dedos seus e entreabriu os pequenos lábios de Jane que estavam fechados de tensão.
Jane pensou em recuar, mas aquele toque a deixou tão excitada e sua vontade de relaxar e acabar com as fotos o mais rápido possível a fizeram permanecer na mesma posição.
Logo ouviu os clics da máquina.
- Isso gata! Valeu Nani! - disse o fotógrafo satisfeito que aproveitava o ângulo para disparar os clics da máquina. - Nani, põe o dedo lá de novo, quero clicar seus dedos lá.
Nani lambeu mais uma vez os dedos e Jane, só de pensar estremeceu de nervoso e ansiedade. Nani colocou os dedos na buceta já aberta de Jane e escorregava os dedos úmidos pela boceta e o cuzinho rozado de Jane, enquanto o fotógrafo registrava todo em close. Jane tentava abstrair seu pensamento, mas aquilo tudo estava a excitando demais. Num certo momento, nani desceu seus dedos até o clitóris de Jane, quando sentiu que estava enrigecido. Nani adorou perceber que a colega estava escitada com o toque e brincou mais um pouco com os dedos no grelo de Jane.
O fotógrafo registrava tudo.

Jane tentou com todas as forças manter a posição, mas o toque brincalhão de Nani a tirou do sério soltando um leve gemido.
- Nani, péga o óleo e derrama no cócci dessa gata, quero clicar o óleo escorrendo. - disse o fotógrafo.
O assistentes entregaram um vidrinho com óleo que parecia ser de amêndoas e Jane ainda na mesma posição que já estava ficando cansativa, sentiu um onda de arrepio e prazer correr pelo corpo no momento emqeu o óleo começou a escorrer no seu cócci. Algumas gotas escorriam em direção as suas costas e outras desciam passando pelo seu cu, boceta e coxas. Mais clics da máquina. Aproximou a câmera e clicou diversos ângulos de boceta aberta, cuzinho rozado e peitos soltos melados e brilhantes de óleo.
- Nani, esfrega o óleo no corpo dela, quero clicar isso. Isso gata, relaxa que está lindo! - Incentivava o fotógrafo que percebia a excitação de Jane./div>
Nani então passou a massegear Jane escorregando as mão nos óleo, passando os dedos pela boceta, enfiando a ponta do polegar no cuzinho de Janeque arqueou o corpo que foi mudando de posição aceitando o toque, até sentar-se na poltrona com as pernas abertas, de frente para Nani que estava ajoelhada em sua frente.
Estavam tão envolvidas que era como se estivessem sós, se tocando e se desejando. Não ouviam mais ordens, nem os clics.
Jane segurou os peitos de Nani e se inclinou para chupar seus mamilos escuros e duros. Lambeu, mordeu, queria mais. Puxou Nani pelos cabelos e enfiou a língua em sua boca, quente melada de óleo. Ficaram alí se roçando quando Nani com a boca cheia d'água desceu a língua até o grelo durinho de Jane que inclinou mais o quadril para frente permitindo que a amiga a chupasse com vontade e enfiasse alguns dedos em sua boceta. Jane ficou as unhas nos braços da poltrona e soltou o corpo em gemidos constantes e em ondas chamando um gozo intenso que estremeceu todo o estúdio.
(continua)

terça-feira, 11 de novembro de 2008

A fome


Definição de Fome

do Lat. fame

s. f.,
necessidade ou grande apetite de comer;
urgência de tomar alimento;
falta, escassez de alimentos;
miséria, indigência extrema;

fig.,
sofreguidão, avidez, ânsia ardente de.

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Os movimentos de vai e vem eram tão fortes que balançavam o dossel da cama de estrutura metálica. Péin, péin, irc, irc, ban, ban... um mundo onomatopéico de rangidos e batidas pareciam sacudir o quarto que estava abafado e úmido.

- Goza, vai, goza!! - dizia ele entre dentes. Gotas de suor escorriam em sua testa.

Ela já cansada, procurava dentro de si alguma ponta de gozo que pudesse expelir para que ele ficasse satisfeito, e claro, ela também. Mas nada. Fez força para buscar o mais profundamente possível, o gozo com a força do pensamento. Fechou os olhos e se imaginava gozando, molhada, inchada, liberta. Mas nada. Cogitou fingir: - para quê? Não compensa.

Eles já tinham tentado umas três posições e agora ela estava com as pernas por cima dos ombros dele, recebendo fortes estocadas e longe de gozar. "O que está acontecendo", pensava intrigada.

Quando se encontraram no aeroporto se comeram em beijos, daqueles que deixa a boca vermelha. No carro, entre amassos, braguilhas abertas e sexos pulsantes, dirigiram perigosamente até a entrada da garagem de casa. Quase se rasgaram em fúria no jardim, sem se preocupar se tinham vizinhos por perto. A espera por este encontro foi ansiada e feita em contagem regressiva. Queriam demais um ao outro. O tesão exalava pelos poros. Tudo garantia uma noite perfeita, mas naquele momento, pairava no ar uma frustração. Não conseguiam gozar.

Deitaram lado a lado ofegantes e insaciados.
- Dizem que no sexo tântrico, o importante é o meio e não o fim, que o orgasmo é como a morte do sexo, ou algo assim.... - ela tentava dar explicações, mas o olhar dele de canto de olho, como quem não acredita no que se ouve, foi o suficiente para ela se calar. Dane-se o sexo tântrico, eles queriam gozar!

O clima murchou... ele foi tomar um banho, ela foi à cozinha beber água. Na geladeira achou alguns apettizers e preparou uma bandeja com pães patês, frutas. Levou para o quarto e ligou a TV. Comeram, assistiram TV e dormiram.


No meio da noite, roçaram as pernas em meio as cobertas. Preguiçosamente, tatearam-se com os dedos um ao outro. Ele a puxou por cima de seu quadril e só de sentir sua pele, foi suficiente para enrijecer-se.

Ela ainda cochilava, quando ele procurou com os dedos o grelo dela. Brincava com o indicador na porta de sua buceta. Enfiava suavemente a ponta do dedo médio e o escorregava até o grelo e massageava bem devagar, repetiu isso várias vezes até sentir ela comprimindo com força o dedo dele com sua buceta que já estava úmida e pronta para ele.

Ainda sonolenta, encaixou-se no membro dele que escorregou profundamente em sua buceta e com os corpos bem juntos, recomeçaram o vai e vem, mas dessa vez, bem devagar. Conseguiam sentir cada milímetro de pele um do outro, cada espasmos de prazer. O ritmo foi acelerando, o desejo acendendo e uma onda de energia crescendo... Péin, péin, irc, irc, ban, ban, aah, aahh, aahhh, aaahhh...e o gozo veio em conjunto, enfim, saciando toda a fome de saudade.

Foto "O Beijo" de Felipe Nuggeti




Reconstrução

As línguas estão em momento de reconstrução, de estudo prático da filosofia da vida, do ser humano, do etéreo. Fim de rebordosa.
Fomos tomar uma chuveirada demorada, daquelas que lava a alma, relaxa e prepara para a próxima.
Voltamos já.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Diesel SFW XXX Safe For Work?

Para quem não conseguiu ver, aqui vai novamente!

Me parece que o You Tube está tirando do ar este video. Abaixo a censura!!!!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Diesel: SFW XXX (HD)

Presente para os amigos.
Vamos fazer música neste fim de semana?

Mais selinhos

Adoro selinhos, estimula a integração. Em todos os sentidos, um estímulo aos sentidos.

Obrigado todos os blogs amigos e adimiradores, em especial:
Casalqueseama (Degustação Íntima);
Confissões de Afrodite; e
Desire
pelos presentinhos .

Acreditem, o carinho é mútuo.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Tentação Por Um Fio

Conto inspirado no conto Doce Tortura de Carpe Vitam do Provoca-me
Leia a primeira parte em Pele Nua.

Alberto estava evitando ligar para Carla, a depiladora. Seus pêlos já estavam crescendo novamente e sua esposa, toda assanhada, perguntava se ele não iria depilar novamente.
Na última vez que esteve lá depilando porfim suas pernas, pediu informações quanto a depilação definitiva e Carla, a depiladora, tinha sido muito convincente em suas repostas. Quando ela perguntou se ele gostaria de ver o resultado de uma depilação, ele não imaginava que ela seria tão espontânea, pois sem pensar muito, ela baixou as calças e mostrou sua vulva totalmente depilada e não ficou só nisso, ainda virou de costas para que ele admirasse o trabalho completo! Foi assim como quem mostra a vista da janela da sala. A visão maravilhosa foi também rápida e desconcertante, um "twilight zone". Mesmo com toda postura que procuravam manter como profissional e cliente, já haviam ultrapassado a linha tênue que os separavam. Tudo ficou confuso.
Os pêlos da virilha pinicavam. Ele passava a mão nas bolas e se sentia incomodado. A insistência da esposa o fez telefonar para Carla que não conseguiu disfarçar a surpresa da ligação dele; de certa forma, ela pensava que tinha perdido o cliente depois de expor-se. Marcaram algumas seções, pois o tratamento era um pouco demorado.

No encontro, foram cordiais, tentando resgatar seus lugares entre a linha profissional. Carla foi simpática, conversaram amenidades, ele disse que ficou muito feliz em satisfazer sua esposa e que achava mais 'prático' fazer a depilação definitiva. Como não era um homem de muitos pêlos, cinco seções seriam suficientes. Ele mostrou desenvoltura tirando a roupa e deitando na maca. Carla gostou da falta de cerimônia dele, isso demonstrava que ele se sentia à vontade com ela.

Assim como na primeira vez, o membro de Alberto insistia em ficar duro, mas Carla procurava não dar muita atenção a isto, continuava depilando e conversando, mas sem deixar de admirar secretamente o pênis de Alberto que ela achava perfeito. Seu desejo por ele era compartilhado somente com seu homem em casa, com quem tinha um relacionamento aberto:
- Sabe aquele cliente que depilou o corpo todo? Aquele que eu disse que era atraente?!
- Sei...
- Ele voltou para fazer a depilação definitiva.
- E... ?!
- E...nada, só estou comentando.
- E...ainda se sente atraída por ele?
Pensou em dissimular, mas não podia, ele a conhecia demais, não iria se prestar ao papel ridículo de mentir ou fingir para seu homem:
- Ah...sim, claro, ele ainda me atrai.
- Então o convida para um encontro aqui em casa, quero conhecê-lo também.
- Não dá, eu já disse. E ele é sério, bem casado, não iria entender um convite desses. Vamos ficar somente na relação profissional mesmo - disse ela com firmeza na voz, mas uma dúvida tremenda no peito. Na verdade, temia que fosse somente uma relação profissional. A sensação de não ver mais Alberto, lhe doía. Olhou novamente para o seu homem que assistia TV e se sentiu mal por aquele sentimento confuso. Melhor não pensar nisso.

Na última seção de Alberto, tudo corria como sempre. Conversavam e ela depilava. Para dar os últimos retoques, Carla segurou o pênis de Alberto e o levantou para retirar mais um pêlo ou outro e sentiu o membro dele crescer em suas mãos, mas nem por isso o largou. Alberto fechou os olhos e tentava forçar o pensamento em qualquer outra coisa, mas a imagem de Carla despindo e mostrando a vulva depilada não lhe abandonava. Ele levantou a cabeça, apoiou-se nos cotovelos e olhou tão profundamente nos olhos dela que parecia poder ler seus pensamentos, já tão em evidência. Não havia mais o que disfarçar, ambos queriam a mesma coisa.
Carla apertava firmemente o pau de Alberto que pulsava. Durante uma intensa e silenciosa troca de olhares, ela começou a masturbá-lo. Alberto quebra o silêncio e enquanto ela o massageia, ele diz que o tesão que sente por ela é transcendente, que não consegue parar de sonhar que está lambendo xana dela, mas que ele é casado e que tudo aquilo começou porque ele ama demais a mulher dele. Carla sem largar o pênis de Alberto, concorda com o que ele diz, assentido com a cabeça e diz que também sente muito tesão por ele, mas que tem um homem maravilhosos em casa que satisfaz todos seus desejos e que não seria justo traí-lo...e sem mesmo terminar seu discurso, lambe o pênis de Alberto no mesmo ímpeto que a tomou quando baixou as calças para mostrar sua vulva. Talvez por tanto ter reprimido seu desejo, a vontade de tê-lo a dominou por completo. Não pensava mais no que fazia, queria saciar-se e só.
Carla abriu a boca úmida e quente e enfiou o pau de Alberto até onde pôde. Tirava-o e colocava novamente na boca com uma voracidade sem igual. Sua boca sentia o sabor dele a textura de sua pele o volume e sua pulsação.

No segundo seguinte, Alberto agora com atitude irreconhecível, se entregou ao desejo. Puxou Carla para cima da maca onde estava deitado, puxou sua calcinha para o lado, quase que a rasgando, e fez Carla sentar-se em sua boca e saciou seu apetite em cada dobra da xana lisa e macia de Carla. Passou a ponta da língua retesada por entre os pequenos lábios até encontrar o grelo inchado dela. Ele sentia na ponta da sua língua o estremecer que o toque dele causava nela. Queria fazê-la gozar na sua boca, Mas Carla não. Ela desceu o corpo em direção ao pau de Alberto. Olhou por entre as pernas e avistou o lindo e lustroso membro que tanto ansiava. Encaixou com cuidado a glande e foi descendo devagar para que pudesse sentir cada pedaço de pele. Ela o montou com vontade e prazer intensos – é ainda mais gostoso do que imaginava – pensava em voz alta, o que deixou Alberto quase dolorido de tesão. Trocavam de ritmos, ora devagar, ora rápido, ora com força, ora de leve, tudo para se provarem por completo. O gozo foi conseqüência, pois tudo foi intenso e bom.
Por fim, olharam-se mais uma vez e leram nos olhos um do outro que a história deles havia acabado ali. Vestiram-se em meio a tantos pensamentos. Despediram-se cordialmente:
- Obrigado. Por tudo. – disse ele.
- Eu que agradeço.
- Sem ressentimentos...?!
- Claro que não, meu lema é aproveitar a vida!
Com essa resposta, Alberto sorriu, beijo-lhe o rosto e foi embora em paz consigo.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Selos

Passo a língua molhada nos selos e grudo aqui para enfeitar e propagar blogs de qualidade.

O último conto deu o que falar e ganhei presentes lindos!

Primeiro é o selo do Prêmio Dardos presenteado pelo casal do Entre Todas as Paredes.



E o segundo é o selo Esse Blog é Quente do Casalqseama do Degustação Íntima.



Aos blogos amigos, queridos e tão inspiradores, obrigado!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Mesa Redonda

São um casal de amantes no sentido literal. Eles se amam de todas as maneiras. Se gostam, se curtem, se admiram. Estão juntos sabe-se lá quanto tempo, e nesse tempo, quantas histórias criaram juntos, fora a bagagem que já traziam antes de cruzarem os olhos e as línguas. Não tem nada a ver com flechada do cupido, o cupido assexuado que é, não entenderia o amor deles.
Marcaram com outros casais de amigos um encontro num restaurante novo:
- É um bar e restaurante lounge, mas depois da meia noite vira uma boate, entende?! - disse a amiga no convite.
A decoração do lugar era uma mistura inusitada de um clássico restaurante vienense com um bordel parisiense e toques high tech. Telas de LCD contrastavam com enormes lustres e espelhos de cristal. Poltronas de couro, outras de treliças, rodeavam mesas bem postas que se espalhavam pelos ambientes do local com taças de vinhos, porcelana branca e talheres grandes (adoro talheres grandes!). Os televisores quebravam a iluminação parca, favorecendo pontos de destaque. Garçons e garçonetes de linda aparência, estavam finamente vestidos de camisa branca, gravata borboleta e um avental branco que lhes descia até os tornozelos.
Foram recebidos com sorrisos e levados até uma mesa grande e redonda, dessas com uma poltrona inteiriça em formato de meia lua. Os garçons puxaram a grande mesa forrada com uma longa toalha e os três casais sentaram bem juntos, meio apertados, mas confortáveis naquela enorme poltrona capitoné de veludo carmim.
Embalados pela música lounge, cada casal sumiu atrás de cardápios que ofereciam comidas com misturas inesperadas: Salmão grelhado com pimenta e molho de pêra, medalhão com crosta de gergelim e legumes perfumados com hortelã, codorna assada com salada de romã... Pediram frisante para brindar a noite.
Enquanto tilintavam suas taças, o salão foi gradativamente enchendo de pessoas, aquele tipo de gente que mostra que o lugar é da moda. Jovens, bonitos, charmosos, descontraídos, modernos.

Já após o jantar e outros drinks tilintados, o maior volume de pessoas e suas conversas, fez a música ficar mais alta e mais dançante. Realmente o lugar gradativamente se transformava em boate.
A conversa na mesa era animada. Já se conheciam e colocavam o papo em dia. A certo momento, aproveitando-se da agitação e da pouca iluminação do lugar, MaridoM, colocou a mão sobre a perna de EsposaE e foi lhe levantando o vestido discretamente, até poder tocar suas coxas. EsposaE que já conhece bem o seu par e sabe agradá-lo, prontamente entreabriu as pernas deixando a mão dele tatear seu corpo por debaixo da mesa. MaridoM continuava a conversa como se nada estivesse acontecendo e foi escorregando os dedos até a xana de sua EsposaE que não usava calcinha, como se já tivesse planejado aquilo. Mas não, EsposaE não havia planejado nada, ela apenas estava sempre pronta para servir aos anseios de seu marido. Sentindo os dedos do MaridoM afastando seus grandes lábios, EsposaE fechou os olhos por alguns instantes e viajou nas tantas lembranças de gozos intensos que seu MaridoM já lhe proporcionou. Podia enumerar, mas sempre deixaria uma experiência em especial ficar de fora. Adorava quando ele lhe expunha, quando corriam riscos e poderiam ser flagrados como naquele momento. Agradecia a si mesma por estar sempre pronta para seu mestre que sabia tirar dela os arrepios mais profundos. MaridoM penetrou fundo seu dedo médio, lambuzando-o e depois massageou o grelo já inchado de EsposaE que tentava disfarçar os choques de prazer que o toque dele lhe causava.

No canto esquerdo da mesa, Fê e Marcelo, um verdadeiro casal que se ama sentavam abraçados como recém namorados, desfrutando dos sabores do lugar. Ela, moça de prendas raras e corpo de talhe escultural, ele um verdadeiro Dionísio, feitos mesmo um para o outro. O destino não poderia ser tão bem escrito. Logo perceberam o toque lascivo que MaridoM provocava em EsposaE, pois a respiração ofegante de EsposaE deflagrou o prazer que sentia, deixando-lhes fervilhando de tesão. Fê sentava na beirada da meia lua e cruzou as pernas por cima de Marcelo e com mão muito ágil, abriu a calça, o zíper e, por debaixo da mesa, colocou para fora o pênis pulsante dele. Marcelo, olhando fundo nos olhos de EsposaE, segurou seu pau, junto com a mão de Fê e começou uma punheta firme e contínua, enquanto Fé também se tocava mantendo suas pernas cruzadas.

No lado direito, Casal MM's ria da tara extravasada dos amigos e claro, também entrou na brincadeira. (M)Ele, sentado na outra extremidade da meia lua, logo entendeu as intenções do olhar de (M)ela e a ajudou a sumir por debaixo da mesa. Lá (M)ela teve uma visão panorâmica dos outros dois casais em festa e não demorou para puxar o pau de (M)ele para fora da calça e chupá-lo gentilmente.

MaridoM percebendo que todos já haviam se entregue à libido, procurou dedicar-se ainda mais a sua EsposaE e pegou uma pedra de gelo de dentro do balde e a enfiou na xana dela que já não mais se importava em ser indiscreta. Jogava a cabeça para trás e soltava o corpo. Abriu mais as pernas colocando uma por cima do colo de MaridoM e outra por cima de Marcelo que agarrou a canela de EsposaE. O prazer de EsposaE contagiava toda a mesa que parecia estar em transe
Quando (M)ele olhou em volta, percebeu que várias pessoas os observavam. Diferente do que se podia pensar, nem todos os olhsres eram de repulsa, a maioria os observava com curiosidade e desejo. Alguns se beijavam em frente a eles, outros se acariciavam, outros apenas se deliciavam com a cena bacante. O gozo foi quase em conjunto. Olhavam-se e eram olhados. Ver o prazer na cara do outro e a exposição deles os faziam sentirem uma tara sem tamanho. A mesa parecia levitar, a música parecia estar longe, como se todos estivessem em outra dimensão. Segundos parados no tempo.

Ainda ofegantes e voltando a si, perceberam que pessoas em volta da mesa aplaudiam, uns gritavam "uhuuus", outros vaiavam. Mal (M)ela saiu debaixo da mesa, (M)ele a puxou para fora da mesa e fez sinal para o outros também o seguirem. Não demoraria para os seguranças do local aparecerem por lá. Os seis tentavam conter o riso e foram fugindo ovacionados pelo público que os ajudou a escapulir sem serem vistos. O local estava lotado echegando a saída, Marcelo ainda teve a ousadia de reclamar com o maitre:
- Que lugar é esse? Uma casa de swing?! Tem pessoas fazendo sexo lá dentro!!! Não volto mais aqui!!! - o homem escandalizado e completamente mortificado, não sabia o que dizer, correu para dentro do estabelecimento para colocar ordem no lugar.
Foram então embora, às gargalhadas prometendo para logo um novo encontro.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Passeio de uma língua lasciva


Fujo de tua boca e desço pelo seu queixo, pescoço, auréola. Contorno delicadamente sua orelha e sigo para tua nuca penteando de leve os cabelos que exalam um perfume de baunilha. Acompanho o ondular de tua espinha até seu cóccix e percebo que tua pele arrepiou. Subo para tuas costelas, axilas, fazendo cócegas, tirando boas gargalhadas tuas. Paro em teu mamilo que endurece de ansiedade. Sorvo com vontade seu bico endurecido, depois o outro. Perco-me em saber qual mais saboroso e desço para teu umbigo que se contorce ao carinho. Escorrego para o teu sexo teso e suplicante que recebe toda minha suave dedicação. Toco com a ponta, sinto-te tremer de excitação. Envolvo-te por inteiro, deixando escorrer pingos salivantes ao redor. Volto ao encontro de tua boca onde danço e descanso enfim.